December 23, 2021
From World Peace Council
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Rallied in Lisbon, dozens of people stand in solidarity with Cuba reaffirming: «End the US blockade! Cuba will win».

At the rally held in the late afternoon of 15 November in solidarity with Cuba, for the end of the blockade and the right to development and sovereignty, the slogans chanted affirmed “Cuba yes! Blockade no!” and “Cuba will win. Representatives of the CPPC, CGTP-IN, the Portugal-Cuba Friendship Association and the Noise Project Association spoke.

The several speeches demanded the end of the blockade, of the interference and destabilization actions against Cuba and, from Portugal and the Portuguese Government, a foreign policy in line with the Constitution and therefore not submissive to the dictates of the United States of America.

On this day, solidarity actions with Cuba took place in various parts of the world.

The appeal:

End the US blockade!

Cuba will win!

The economic, trade and financial blockade imposed on Cuba by the United States of America is criminal, illegal and illegitimate.

Imposed more than 60 years ago and aggravated several times, the blockade seeks to directly affect the living conditions of the Cuban people and such fundamental rights as health, food or development.

Between April and December 2020 alone, the blockade caused the Cuban economy losses of more than 3.5 billion dollars and, in the midst of the pandemic, made it difficult for the Cuban people to access medicines and medical equipment and forced Cuba to buy equipment and reagents for the production of its own vaccines against COVID-19 at prices far higher than those charged internationally.

The blockade is a particularly cruel form of aggression which must be ended as a matter of urgency. It is this just demand that has been reaffirmed for three decades by the vast majority of the world’s countries in successive votes in the United Nations General Assembly: in the last one this year, 184 countries voted to lift the blockade, the USA and Israel voted against and only three countries abstained.

The blockade is an instrument used by the USA in its policy of imposing a “regime change” in Cuba to defeat the Cuban Revolution. An illegal policy under international law, which also involves systematic interference and a disinformation campaign, attempts to destabilize, prevent the action of Cuban international medical brigades or limit international solidarity with Cuba.

On November 15, at 6 p.m., a public act of solidarity with Cuba and its people will take place at the Cuban Embassy in Portugal (Rua Pero da Covilhã, in Lisbon), where the demand for an end to the blockade will be reaffirmed, the Portuguese authorities will be asked to take determined action in defense of Cuba’s sovereignty and its people’s right to development, and it will be demonstrated once again that Cuba and its people are not alone.

Cuba, always one of solidarity, needs our solidarity. We will not fail!

The promoting organizations

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Concentração em Lisboa reafirma: “Fim ao bloqueio dos EUA! Cuba vencerá”

Na concentração realizada ao final da tarde de 15 de novembro, de solidariedade com Cuba, pelo fim do bloqueio e pelo direito ao desenvolvimento e à soberania, foram entoadas palavras de ordem como «Cuba sim! Bloqueio não!» e «Cuba vencerá». Intervieram representantes do CPPC, da CGTP-IN, da Associação de Amizade Portugal-Cuba e da Associação Projeto Ruído.

Nas várias intervenções exigiu-se o fim do bloqueio, das ingerências e das ações de desestabilização contra Cuba e uma política externa portuguesa consonante com a Constituição, logo não submissa aos ditames dos Estados Unidos da América.
Neste dia, em vários pontos do mundo, realizaram-se ações de solidariedade com Cuba.

O apelo:

Fim ao bloqueio dos EUA!

Cuba vencerá!

O bloqueio económico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelos Estados Unidos da América é criminoso, ilegal e ilegítimo.

Imposto há mais de 60 anos e por diversas vezes agravado, o bloqueio procura atingir diretamente as condições de vida do povo cubano e direitos tão fundamentais como a saúde, a alimentação ou o desenvolvimento.

Só entre abril e dezembro de 2020, o bloqueio provocou à economia cubana prejuízos superiores a 3,5 mil milhões de dólares e, em plena pandemia, dificultou o acesso do povo cubano a medicamentos e equipamentos médicos e obrigou Cuba a comprar equipamentos e reagentes para a produção das suas próprias vacinas contra a COVID-19 a preços muito superiores aos praticados internacionalmente.

O bloqueio é uma forma particularmente cruel de agressão a que urge pôr cobro. É essa justa exigência que tem vindo a ser afirmada desde há três décadas pela grande maioria dos países do mundo, em sucessivas votações na Assembleia-geral das Nações Unidas: na última, este ano, 184 países votaram favoravelmente pelo levantamento do bloqueio, EUA e Israel votaram contra e apenas três países se abstiveram.

O bloqueio é um instrumento que os EUA utilizam na sua política de imposição de uma “mudança de regime” em Cuba, que derrote a Revolução cubana. Um política ilegal à luz do direito internacional, que passa também por uma sistemática ingerência e campanha de desinformação, por tentativas de desestabilização, de impedir a ação das brigadas médicas internacionais cubanas ou de limitar a solidariedade internacional a Cuba.

No dia 15 de novembro, às 18 horas, terá lugar um ato público de solidariedade com Cuba e o seu povo junto à Embaixada de Cuba em Portugal (Rua Pero da Covilhã, em Lisboa), onde se reafirmará a exigência do fim do bloqueio, se reclamará das autoridades portuguesas uma ação determinada em defesa da soberania e do direito do povo cubano ao desenvolvimento e se demonstrará uma vez mais que Cuba e o seu povo não estão sós.

Cuba, sempre solidária, necessita da nossa solidariedade. Não faltaremos!

As organizações promotoras




Source: Wpc-in.org